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Animais Famosos

Existem muitos animais que se foram tornando muito famosos a nível mundial. Ao apenas ouvir o nome deles, a imagem vem-nos logo à cabeça. Por isso quisemos criar um secção de animais famosos para que não só tenhas uma imagem como também possas saber mais sobre ele.

Encontramos animais famosos em diferentes formatos e plataformas. Assim por exemplo há animais conhecidos no mundo da banda desenhada como o animais que se tornaram famosos graças à televisão como o Rex, com o cinema como Willy, a Lassie, graças aos desenhos animais como o Gato Félix, … e encontrarás informação de cada um deles nesta secção.Gato Félix

O “Gato Félix” é um personagem de desenhos animados Americano criado por Otto Messmer e Pat Sullivan. Apesar de hoje ser difícil saber quem é o verdadeiro criador: com Pat Sullivan, o seu assistente Otto Messmer reclamou a autoria da personagem. A primeira versão do “Gato Félix” aparece em forma de curtas secções humorísticas no princípio dos anos 1900 nos jornais.

O “Feline Follies” (1919) foi a primeira película onde aparecia este gato famoso. Já em 1922, Félix converte-se em protagonista de uma serie de desenhos animados em Preto e Branco, de 154 episódios. Nesta primeira série, Félix é o único personagem. Nos anos 1960, com a direcção de Joe Oriolo, aparece uma nova série sobre este gato. Aqui aparecem outros personagens (os amigos de Félix, o malvado professor e os seus compinchas, …) como também novos elementos como o saco mágico de Félix.

Félix é um pequeno gato preto engraçado que vive numa grande casa e que está disposto a viver novas aventuras. O Félix possui um saco mágico que pode transformar-se em barco ou avião e onde estão guardados uma quantidade infinita de objectos de todo o tipo e que se revelam muito úteis em qualquer que seja a situação que lhe faça frente.

Este saco é a predilecção do malvado Professor, que perseguirá Félix durante toda a série, para apoderar-se do objecto mágico. O malvado Professor tem dois capangas a seu lado, mas Félix também pode contar com os seus numerosos amigos e com toda a perspicácia que tem.

Na continuação vamos mostrar-te uma das histórias mais ricas de amor e fidelidade de um cão para os seus donos. O protagonista de tão tenra história é Hachikō, um cão de raça Akita, que se converteu em lenda no Japão principalmente, apesar da sua história ser conhecida mundialmente.

O dono de Hachikō, O Dr. Eisaburu Ueno, era professor da Universidade de Tokio. Viviam em Shibuya e todos os dias apanha o comboio para ir para as aulas e o cão acompanhava-o até à estação. O cão simplesmente ficava numa praça perto da estação e ali esperava pelo seu dono que regressa-se do seu trabalho à tarde.

Mas num dia de Maio de 1925 ocorreu uma tragédia. O Dr. Eisaburu sofreu de uma paragem cardíaca na universidade que lhe causou a morte. Mas Hachikō esperou pacientemente. E esperou muitos e muitos e muitos dias.

Todos os dias durante quase dez anos Hachikō esperou o seu dono na estação. Em cada tarde ele esperava pacientemente a chegada do seu dono. Não importava as situações climatéricas. Com frio, chuva, vento ou sol, ali esperava Hachikō, confiante que o seu dono chegava. A inquebrável lealdade deste cão sensibilizou bastante os habitantes de Shibuya. Hachikō era muito querido entre todos. Tanto que o 1934 fizeram uma estátua nessa mesma praça onde ele esperava em cada tarde.

Um ano mais tarde, em 1935, Hachikō faleceu nessa mesma praça em que tanto esperou. Mas a sua recordação permanecerá para sempre nos corações dos habitantes de Shibuya. Tanto era o amor que sentiam pelo cão que anos depois da estatua ter sido fundida pelo exército Japonês para fabricar armamento, recriaram a estatua para que a sua recordação perdure de geração em geração.

E a sua recordação perdura. No dia 8 de Abril recorda-se de Hachikō na praça em frente à estação de comboios de Shibuya, como o símbolo do amor e da lealdade.

Lassie

A Lassie é uma cadela de raça Colley, heroína da série de Eric Knight, “Lassie” que inspirou vários filmes e séries televisivas. O primeiro filme inspirado na série data a 1943.

À parte dos filmes, a Lassie também teve uma série de televisão. Esta começou a 1954 até 1974 e nela a cadela teve vários donos. Primeiro Jeff e Timmy, uns agricultores, posteriormente Corey, um ranger e no final da série a cadela leva um caminho solitário, sem um dono fixo. Nos anos 1970, Lassie foi também heroína de uma série de desenhos animados de nome “Lassie Rescue Rangers”.

O primeiro cão que interpretou o papel de Lassie chamava-se “Pal”. O seu proprietário não podia educar-lhe, mas assim com um contrato com uma empresa já era possível educar o animal. Mas como não pôde pagar a factura, Pal acabou por aprender por si mesmo. Antes da sua morte, Pal foi cruzado com várias fêmeas, sendo pai de muitos cachorros. Nove dos seus descendentes directos o sucederam no papel de Lassie.

Todos os cães que interpretaram Lassie eram machos, pois as fêmeas da espécie perdem a sua pelagem uma vez por ano, o que impedia de gravar o ano inteiro. A fama da Lassie alcançou tal nível de popularidade que inclusive possui uma estrela da fama no famoso “Walk of Fame” em Hollywood.

A série “Rex, o cão policia” começa com um capitulo em que vemos um atentado contra um agente do KGB e um tiroteio entre a policia e os criminosos. Um dos polícias morre nesse tiroteio mas o seu cão salva-se. O cão está deprimido sem o seu dono e decidem “adormece-lo”, mas no ultimo momento escapa e o comissário Moser encontra-o sobre a tomba do seu dono. Decide ficar com ele. Esse cão é, sem dúvida, Rex.

No percurso dos episódios, Rex coloca em cena todos os seus dotes policiais trabalhando juntamente com uma unidade de polícia criminal em Viena. É muito unido ao seu novo dono, pois ele sente uma amizade tremenda por ter sido salvo. A série teve mais de dez temporadas e ao longo dela Rex teve diferentes donos inspectores.

Durante as mais e 10 temporadas que se sucederam na série, Rex foi interpretado por dois Pastores Alemão. O primeiro deles foi Reginald von Ravenhorst. Este Pastor Alemao nasceu a 1 Junho 1991 na Alemanha, pesava 38 kg e foi treinado em Inglaterra por Teresa Ann Miller, especialista em treino de animais de Hollywood (a sua sociedade, “Animal Action”, trabalhou também em filmes como Babe e Beethoven).

Posteriormente, foi o cão Rhett Butler quem interpretou Rex na série, pois o Reginald começou a tornar-se velho mais. A eleição realizou-se de forma natural pois Rhett já tinha actuado no filme inspirado na série Rex. Este substituto começou a actuar em 1999. Também foi treinado por Teresa Ann Miller.

Rin tin tin

in Tin Tin é o nome que receberam vários cães em diversas séries e filmes na primeira metade do século XX. Estes cães eram de raça Pastor Alemão. O primeiro Rin Tin Tin foi um Pastor Alemão descoberto e adoptado em França por um cabo do exercito Americano durante a Primeira Guerra Mundial. Ao terminar a guerra o cabo levou consigo o cão para os Estados Unidos. Revelando-se um animal excepcionalmente habilidoso, o cão participou em diversos espectáculos, entre eles muitos westerns produzidos pela Warner Bros. O primeiro filme que apareceu Rin Tin Tin foi em 1923.

Rin Tin Tin interpretava o papel de um cão do exército Americano, prodigiosamente inteligente, que em grande assegurava o êxito das missões. O Rin Tin Tin original morreu em 1932, com a idade de 16 anos. O seu proprietário decidiu repatriar o animal na França, para enterrá-lo no cemitério de cães em Asnières-sur-Seine, nos subúrbios parisienses. Outros cães interpretaram posteriormente o papel e Rin Tin Tin.

Nos anos 50, entre 1954 e 1959, Rin Tin Tin protagonizou uma célebre série de televisão baseada nas primeiras películas deste herói canino do exército Americano. A principal diferença da série em respeito aos filmes era o som: os filmes eram mudos, enquanto esta série já foi lançada com som. A série chamava-se “As aventuras de Rin Tin Tin”.

Rin Tin Tin inspirou o personagem de banda desenhada Rantanplan, que surgiu em primeiro lugar na série Lucky Luke. Ao contrário de Rin Tin Tin, Rantanplan é tonto, trapalhão e um desastre em tudo o que faz.

Willy

Willy, a orca do “Libertem o Willy”, na realmente chamava-se Keiko e era uma orca que pesava 4300 kg e 6,40 metros de comprimento. Esta orca fi capturada na Islândia em Novembro de 1979 quando a orca tinha entre 1 a 2 anos para ser convertida em estrela de um parque de diversões islandês. Durante a quinzena e anos que passou em cativeiro, Keiko viajou para um parque de diversões Canadiano e, posteriormente, um parte e diversões Mexicano.

Depois de anos de espectáculos e condições nada favoráveis para uma orca (pois o melhor é que estejam livres e não em cativeiro), o cinema entra na vida da orca. Pessoas da Warner Bros a observam e a tornam na protagonista do filme “Libertem o Willy” (1992). O filme mostra a história de uma orca presa num parque de diversões que finalmente reencontra a liberada graças à ajuda de um rapaz. A história parece-se um pouco à história de Keiko, excepto no final, pois infelizmente no final da rodagem do filme Keiko não regressou ao seu meio natural, o oceano.

Um ano depois, em 1993, os média divulgam ao público a verdadeira situação de Keiko. O público, emocionado, mexe-se para financiar a sua recolocação com o fim de que o filme não seja apenas uma história, mas sim uma realidade. Em 1994 o “Eath Island Institute”, associação de defesa dos mamíferos marinhos encarrega-se de encontrar um novo lugar para Keiko. Um grande tanque é construído perto do aquário de Oregon, e a partir dele existe acesso total à água do mar.

Dia 7 de Janeiro de 1996 é um dia importante para Keiko, assim que depois de 17 anos em cativeiro num tanque clorado de água, a orca é levada para um novo meio em água do mar natural. Mas durante os seus últimos anos em cativeiro, Keiko tinha ficado magoado e contraiu uma doença na pele, pelo que primeiro teve que recuperar a sua saúde. O novo tanque recria mais pormenorizadamente as condições naturais: uma simulação das correntes, com um fundo diversificado. Assim, Keiko regressará progressivamente à fauna e à flora marinha.

A princípios de 1997 a saúde de Keio estava bem e a sua doença desapareceu. Os seus treinadores voltaram a ensinar a nadar num espaço maior e mais profundo. A sua barbatana acostumada a girar constantemente habitua-se de novo. Também reaprende a alimentar-se de presas vivas que deve detectar e apanhar ela mesmo.

Em 1999 Keiko reaprende o que é a via em mar aberto e liberdade, apesar de ser debaixo da vista atenta dos seus treinadores e outros cientistas. A orca deve ser capaz de ganhar o contacto com outras orcas antes de abandonar definitivamente o seu tanque e a companhia dos humanos. No princípio, Keiko era muito dependente dos humanos e preferia ser alimentada antes de caçar ela mesmo. Até não interagia muito com as outras orcas selvagens que estiveram na baía.

Em 2002, apesar de Keiko conseguir nadar com alguns dos seus congéneres, volta sempre ao seu tanque no final da tarde. A associação continua à procura da família de Keiko e continuarão até que a onça se reencontre com os seus. Infelizmente, em 12 de Dezembro de 2003, Keiko é encontrado morto na Noruega, onde passou estes últimos anos. Os seus treinadores crêem que faleceu com uma pneumonia aguda.

Fonte: animais.mundoentrepatas.

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