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Remédios Para Enxaqueca – Para Crise e Preventivos

O tratamento para enxaqueca com remédios pode ser dividido em dois tipos:

  • Tratamento para crise, também conhecido como tratamento sintomático (já que trata os sintomas);
  • Tratamento Preventivo, ou profilático, que consiste em remédios que precisam ser tomados diariamente, mesmo se a pessoa não estiver em crise, visando diminuir justamente a frequência das crises.

Existem dois tipos de tratamento da enxaqueca com remédios: o sintomático e o preventivo.

O tratamento sintomático, como a própria palavra diz, trata o sintoma: Ou seja, quando o indivíduo apresenta dor, faz-se tratamento sintomático para que ela desapareça, tomando-se remédios que tiram a dor. Exemplos de remédios sintomáticos são os analgésicos, antiinflamatórios e triptanos.

O tratamento preventivo, por sua vez, constitui-se num tipo de tratamento visando o não aparecimento da dor. Ou seja, ainda que o paciente se encontre sem dor naquele momento ou dia, ele toma a medicação preventiva para continuar sem dor. Esta é a forma mais apropriada de tratamento com remédios para a maioria dos indivíduos com dores de cabeça frequentes, ou muito fortes, incapacitantes e que não respondem senão a enormes doses de analgésicos. É claro que nem só de remédios se constitui o tratamento preventivo da enxaqueca: mudanças de hábitos e estilo de vida têm papel central na prevenção. Porém, o foco desta seção é sobre o tratamento da enxaqueca com remédios.

Há vários casos de enxaqueca e para cada caso, um conjunto de remédios mais apropriados. Assim, existem aqueles indivíduos com enxaqueca e insônia; enxaqueca e depressão; enxaqueca na menstruação; “pontadas” e “fisgadas” na cabeça, e muitos outros. O médico familiarizado com as modalidades terapêuticas modernas de enxaqueca escolherá uma fórmula ideal para cada paciente. Infelizmente, não existe “receita pronta”. Porém, uma vez encontrada a receita certa, o alívio pode se dar muito rapidamente e em questão de poucas semanas o paciente está controlado. A medicação preventiva, contudo, precisa ser mantida por um bom período para que a pessoa continue a passar bem. Sem a medicação, o indivíduo pode voltar a apresentar seu desequilíbrio neuroquímico de base. É possível que, ao cabo de um bom período de tratamento clínico bem sucedido, envolvendo não apenas remédios mas também mudanças de hábitos e estilo de vida conforme explicado detalhadamente no meu livro, o médico possa vir a suspender a medicação e o paciente permaneça sem enxaqueca. Isso, contudo, não se pode prometer a todos os casos.

O tratamento da enxaqueca visa sempre melhorar a qualidade de vida do portador da doença. O problema é que os próprios remédios utilizados no tratamento da enxaqueca podem apresentar efeitos colaterais capazes de prejudicar a qualidade de vida, por vezes até mais que a própria enxaqueca. Um exemplo é a capacidade dos analgésicos provocarem dependência se tomados com muita frequência. Essa dependência se caracteriza por uma necessidade cada vez maior de analgésicos.

Muitas vezes, essa necessidade cada vez maior de analgésico é acompanhada de perda progressiva do efeito do analgésico. E conforme passa o efeito do remédio, a dor volta “de rebote”. Esse fenômeno recebe justamente o nome de cefaleia rebote(“cefaleia” é sinônimo de “dor de cabeça”).

FONTE-https://www.enxaqueca.com.br/blog/tratamentos/com-remedios/

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